sábado, 4 de setembro de 2010

As relações.


Pior do que as relações que terminam porque uma das partes já não gosta da outra, ou porque já nenhuma gosta, são as relações que terminam mesmo que ambos gostem um do outro. Fica-se com aquela sensação de que talvez ainda haja alguma coisa a fazer, talvez as coisas funcionem se eu mudar nisto e tu mudares naquilo, talvez as coisas finalmente dêem certo se cedermos mais.

Mas eu acredito que, apesar do esforço natural de cada um - necessário para que todas as relações dêem certo - para tentar encaixar melhor no outro, as pessoas não têm de fazer um esforço para mudar porque só dessa maneira podem ser felizes. Afinal, se alguém está comigo é porque gosta de mim assim. E se eu estou com alguém é porque gosto dessa pessoa assim. No final de contas, não nos apaixonámos quando eramos assim?
Não entendo que se deva mudar por ninguém. Até porque, como é mais que sabido, as pessoas não mudam, simplesmente disfarçam ou camuflam traços da sua personalidade em prol de um bem comum - a relação.

Por tudo isto e mais alguma coisinha, é que as relações, quando já não dão certo, quando as pessoas estão sempre chateadas pelos mesmos motivos, devem terminar. Talvez um dia voltem a dar certo. Quem sabe...

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Processo Casa Pia


Após a leitura das sentenças, cabe-me dizer isto: hoje tenho orgulho do curso que tirei e da justiça portuguesa. Apesar das penas para este bando de pedófilos terem sido muito leves, fiquei muito feliz por saber que o colectivo teve os tomates - e a coragem, é preciso reconhecê-lo! - de não dar a nenhum destes badalhocos uma pena demasiado leve que lhes permitisse a pena suspensa.

Aesar de se terem ficado pelos 5, 6, 7 anos, fiquei contente porque já acreditava que iam ser todos absolvidos e apenas o Bibi (aquele que considero o mais desculpável de todos) levou com 18 anos de prisão efectiva.

De qualquer modo, já se sabe que agora vão para os recursos e isto vai arrastar-se durante anos... Porém, o que importa é que foram considerados culpados. Porque é isso que eles são.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Casas e casotas.

Ultimamente só falo de apartamentos. De apartamentos que têm de ter terraço (para a cadela e respectiva casota), armários embutidos e cozinhas mais ou menos equipada!
Eu e o Caixote estamos seriamente a pensar ir viver juntos, depois de dois anos e picos de namoro, e então andamos meio histéricos a pensar nisso, a ver móveis, mesas para a cozinha, camas, cómodas, sem sequer ainda termos casa! Mas acho que isto é normal, não é? Se não andássemos entusiasmados com a ideia é que era de estranhar, digo eu...

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Voyage voyage


Aqui a Caixa e o respectivo Caixote estão a pensar ir de férias agora em Setembro ou Outubro, tudo dependendo de se eu arranjo trabalho e de quando ele irá ter férias. A ideia original era ir a Itália que, seguido a Londres, é o meu destino de eleição para conhecer. Verdade seja dita, eu nunca fui mais longe do que a Galiza - em Espanha mesmo - e também nunca andei de avião! Estávamos a pensar ir a Milão, Verona, Veneza, Roma se desse (é um bocado longe já), durante uma semaninha... Íamos de avião e depois íamos para onde quiséssemos!
Mas ontem o Caixote pôs-se a pensar que seria mais engraçado irmos viajar pela Europa de Carro, durante mais uns dias do que os originalmente previstos! Irmos a Espanha, França, Suiça e, por fim, Itália... Eu, que não estou habituada a viajar, acho que uma viagem de 5000 quilómetros só de ida para começar é demasiado! Pensei antes em irmos a Espanha, pararmos em Madrid, andarmos por ali o tempo que nos apetecesse e depois seguirmos França até Paris.

A minha pergunta é: já algum de vocês foi até Paris de França de carro? A viagem é complicada ou faz-se bem? Já alguém viajou pela Europa de carro, e aconselha?

Obrigada! Eu até começo a achar graça à ideia...

domingo, 29 de agosto de 2010

Sitting, waiting, wishing...

Começo a ficar um bocadinho irritada com o facto de não ter uma resposta de nenhum local para onde concorri à procura de emprego... E eu sei que só estou licenciada há dois meses e nem há um mês comecei a enviar candidaturas, mas de qualquer forma esperava ter uma respostinha, nem que fosse de algo que não me interessava, mas uma respostinha! Daquelas pequeninas...

Queria saber que daqui a um ou dois meses já estarei a trabalhar, que já vou tranquilizar-me a nível financeiro, que já vou poder dar descanso à minha mãe e não depender nunca mais nem de 1 euro do meu pai, queria poder ir viver com o meu namorado, queria comprar o tal casaco de pele... Mas para já, fico-me pelo querer! No work, no money.

sábado, 28 de agosto de 2010

Mineiros.

Se há coisa que me impressionou nos últimos tempos foi a situação daqueles mineiros no Chile, que provavelmente ficarão a 700 metros debaixo da terra até Dezembro. Na noite em que vi a notícia no jornal, dei por mim a rezar um pai nosso, uma avé maria e uma santa maria antes de dormir por eles. E eu nunca rezo.
Eu não aguentava, acho... Dava-me o badagaio antes!

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Pet-sitting


Que é como quem diz, fazer baby-sitting mas a animais!

Os meus tios (que vivem com a minha avó, na casa onde também vivi até aos 11 anos), foram dar um passeio de três dias. Dado que têm muitos gatos e dois cães, e esses dois cães são uma pastora alemã e um rafeiro pequeno, e dado que a pastora alemã há cerca de um ano literalmente quase arrancou a cabeça ao pequeno (porque o odeia), eu e a minha irmã tivemos de vir para aqui enquanto os meus tios estão fora para controlar a área, pois a minha avó (de 78 anos, coitadinha) já não dá conta do recado sozinha.

Ora bem, para começar, o estupor do cão pequeno tinha de entrar no cio ontem. Não larga a cadela, e nós temos de estar sempre com as orelhas em bico para não os deixar aproximar. Acho que só os deixamos estar juntos uns 10 minutos o dia todo, e nesse momento a cadela estava de açaime. Sim, acreditem, ela praticamente lhe arrancou a cabeça mesmo! O bicho até ficou mudo durante uns tempos! Mas ele adora-a, mesmo assim, e anda sempre a correr atrás dela. E como nós temos amor aos animais e achamos impensável ter de abdicar de um dos dois, a minha tia passa os dias entre uma cadela açaimada que sabe tirar o próprio açaime e um cão pequeno estúpido que não tem amor à vida e parece estar a pedi-las.

Mas isto nem interessa nada... Ora bem, nesta casa vivem uns 10 gatos. 6 deles são moradores domesticados, com direito a coleira e tudo. Os outros são daqueles que vivem cá no quintal e vão parindo ninhadas atrás de ninhadas, mas não são mesmo da casa, só comem e piram-se! E os dois cães, pois 'tá claro.

Ninguém imagina a confusão que é tratar disto tudo! Primeiro come a cadela grande, e esperamos que ela termine. Depois come o cão pequeno, quando a cadela já está fora da cozinha, não vá ficar sem algum naco do seu próprio corpo. Depois comem os gatos da casa, e temos de esperar que cheguem os 6 do quintal para comer. E depois comem os gatos moradores da casa mas não domesticados. E depois anda-se a correr atrás dos 6 gatos e dos dois cães. O cão pequeno vai dormir na garagem (que é enorme, onde cabem uns 5 carros), na sua caminha. E a cadela grande vai dormir com os 6 gatos no quarto dos animais.

Como é claro, nenhum deles vai por livre e espontânea vontade! Então, tirando a pastora que pesa quase 40 quilos, têm de ir todos no colo, por isso precisamos de ir aos duas mais a avó deitar Brochelências....

Dali a uns 20 minutos, a inteligência da minha irmã vai à cozinha e encontra lá a cadela e os gatos. E porquê? Porque pensou ter trancado o quarto deles e afinal não trancou porra nenhuma! E então lá vão as duas irmãs, mais uma vez em perseguição aos gatos e à cadela, deitá-los de novo. Três fugiram, só lá ficaram outros três. Temos pena, dormem na rua.

Julgo que a aventura continuará amanhã! Mas nada melhor que ums noite de descanso, muito revigorante.

Mas ah, é verdade! Não vai haver noite de descanso, porque a porra do cão está com o cio e há horas a ladrar e a uivar na garagem! Os animais são mesmo o melhor do mundo, não é verdade? :)

PS: A menina da foto é a tal pastora, a Sara.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Tintoretto

Minhas senhoras, quem tiver amor ao dinheiro, não entre na Tintoretto.
A colecção Outono-Inverno já está nas lojas e é impossível não querer tudo... Desde as malhas, as camisas, a um casaco de pele absolutamente perfeito de apenas 200 euros (só não o comprei, claro, porque por acaso não tinha levado o cartão! lol) às botas, às malas, aos acessórios, às boinas, aos lenços, aos cintos... É tudo, por amor da santinha!

domingo, 22 de agosto de 2010

É uma questão de hábito.


Embora isso não me torne mais feliz, eu sou a pessoa mais stressada e mais rigorosa do mundo! Quando combino qualquer coisa às 10h, tem de ser às 10h. 10h30 não é a mesma coisa, é meia hora mais tarde... Salvo grande justificação, isso já é razão para me pôr irritada; quando alguém marca alguma coisa comigo, não tem o direito de à última da hora dizer que afinal não dá, por A, B, ou C. Quer dizer, até tem, se esse desmarcar não for um hábito mas sim uma situação excepcional. Se for um hábito, fico mesmo irritada; se alguém me promete alguma coisa, cumpre. Dê por onde der, tem de cumprir.
Isto tudo faz de mim uma pessoa mais stressada e menos impaciente, porque infelizmente as pessoas têm o grande hábito de não cumprir aquilo que combinam: quer atrasando-se, quer não aparecendo, quer dizendo que surgiu um contratempo. E eu enervo-me porque eu cumpro aquilo que digo, não me atraso, não prometo o impossível, não digo à última da hora que não posso ir. Porque eu sei que, quando as pessoas estão a contar comigo, não é o facto de me dizerem que foi sem intenção, ou não foi por mal, ou pensava que ia dar para ir, ou distraí-me com as horas, que vai mudar alguma coisa... A desculpa tem de ser muito melhor do que isso!

E se as pessoas se habituarem a cumprir aquilo que combinam, a aparecer quando dizem que vão aparecer, a ligar quando dizem que vão ligar, a mandar a tal mensagem com a informação que precisamos quando dizem que a vão mandar, a sair às horas que dizem que vão sair, este mundo seria muito melhor. Porque isto, como tudo na vida, consegue-se através do hábito de começar a cumprir.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

As falsificações.

Começaram hoje as maiores festas do país - as festas D'Agonia, em Viana do Castelo (minha terra, pois claro). Como em qualquer festa popular que se preze, além dos churros, pipocas coloridas, cachorros, hamburgueres e afins, o que aqui não falta são tendas cheias de quinquilharia.
Quinquilharia dos marroquinos, quinquilharia dos ciganos, quinquilharia dos chineses, quinquilaria dos pretos (desculpem, mas eu não chamo negros. Não vejo mal nenhum na palavra preto. É preto, eu sou branca, o outro é amarelo, whatever...). No meio da quinquilharia toda, o que não faltam são as falsificações. E eu tenho aversão às falsificações.

A questão é a seguinte: sou completamente a favor das imitações, não vejo mal nenhum nelas. Afinal, é um produto mais barato que imita outro mais caro mas não tenta fazer-se passar por este último. Desse modo, uma coisa parecida, fica acessível a todas as pessoas. Por esse motivo muitas vezes compro bolinhas tipo M&M's no Lidl (melhores que os originais, diga-se!), mas que não são M&M's. Não tenho qualquer problema com ténis que parecem Adidas mas não o são; nem contra as t-shirts que parecem Nike e não o são; nem contra as bolsas que parecem DKNY mas não o são.
Agora realmente as falsificações fazem-me impressão. Expliquem-me assim como se eu fosse muito burra, o que é que leva uma pessoa a andar com uma bolsa toda mal amanhada a dizer D&G, quando claramente uma bolsa de plástico não é D&G; ou o que leva alguém a andar com uma carteira bege cheia de símbolos às cores a dizer Louis Vuitton, quando aquilo nem aqui nem na China se parece ou passará por uma Louis Vuitton; ou o que leva alguém a andar com uns ténis a dizer Levi's quando aquilo, porra, não é Levi's!
Qual é o propósito?! Acho ridículo, pronto! Cada um deve vestir-se e usar as coisas que a sua carteira (seja Louis Vuitton ou outra) permite que use.
Se eu só tenho dinheiro para comprar bolsas na Parfois (bem giras, tenho muitas), compro-as lá e elas dizem Parfois e acabou; não vou andar com uma Louis Vuitton que, claramente, é falsa. Não entendo também qual o gozo que se retira de andar com uma mala a dizer Burberry, Guess, DKNY, Prada, quando a sua dona sabe que aquilo é made in feira.
Poça, parece que a mala falsificada tem sempre ar de falsa! Nem que os outros acreditem que é verdadeira, eu sei que é falsa. Por esse motivo, prefiro andar com a minha original da Parfois, da Biju, da Adolfo Dominguez e afins. São mais baratas (muuuuuito mais) mas são verdadeiras.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Estou cheia de pena...


"Touro invade bancadas e abalroa espectadores

Pelo menos 30 pessoas ficaram feridas quando um touro saltou para as bancadas numa praça de Espanha. O incidente aconteceu na região norte de Navarra." in RTP.

E eu pergunto: não gostaram da fruta? O touro também não. Aposto que nesse momento já não se riram com as facadinhas que lhe estavam a espetar...

A única pessoa de quem tenho pena é do miúdo de 10 anos que ficou gravemente ferido. Porque esse, coitado, ainda não tem idade nem discernimento para entender a atrocidade a que estava a assistir. Esse, coitado, foi para onde os pais o levaram. E esse foi o único que me fez lamentar o sucedido.

A traição.


Tenho lido vários blogs que andam a falar muito em traições. Concluo que devo ser um ET que caiu na terra há 21 anos porque, quando namoro com alguém (e os meus namoros não são propriamente de um mês, sou dada a namoros longos!), não tenho o hábito de andar a olhar para o lado.
Claro que não fico cega quando começo a namorar, sei ver quando um homem é bonito e não ando a tapar os olhinhos quando passo por um, mas quer dizer... daí a ficar cheia de vontade de lhe saltar para cima... Pá, não me acontece!
E não posso dizer que nunca traí na vida, porque traí. Tinha 15 anos e foi uma vez. Uma palermice, mas aconteceu. Não aconteceu assim do nada, foi com uma pessoa de quem eu gostava muito há anos, e foi no início de um namoro super estúpido nos primeiros tempos. Quando se é canalha faz-se destas coisas!
Agora que sou adulta, que já sei o que quero da vida e não faço os disparates próprios da adolescência, desculpem lá aos corneadores, mas acho ridículo trair. Claro que todos nos podemos apaixonar por outra pessoa e ninguém tem culpa disso, mas quanto a isso o remédio é óbvio...
Quando já não se gosta, pula fora; quando não está contente, pula fora; quando se é casado e tem filhos e não quer fazer os filhos sofrer devido a um divórcio, pula fora na mesma (por experiência própria, fazem sofrer menos assim); quando já apetece dar uma queca com a colega do escritório ou o colega do escritório, isso já não é nada bom sinal, e pula fora. O namoro ou o casamento não são amarras. São laços que se podem desfazer. Ó pra mim tão metafórica!
Mais vale separar antes de fazer asneira do que fazê-la e passar a não ser digno de mais qualquer respeito pela pessoa com quem partilhamos a vida durante meses ou anos.

Voltei a comer.


Hoje já comi. E que bem me souberam as três tostinhas integrais de sésamo (eu detesto aquele sabor, habitualmente!)... E um cafézinho com leite... Nham Nham Nham!

É uma tristeza mas nos dois últimos dias não perdi peso, pelo que o resultado final é o seguinte: 3.5 quilos em 7 dias. Eu acho que é muito positivo até!

A partir daqui vou passar a comer moderadamente, e não como uma loba! Eu sempre comi muito e para ficar cheia (hábitos de família), e a partir daqui como para ficar sem fome. Tem de ser meus queridos, em prol da beleza... Agora nesta barriga vão entrar muitas saladinhas, muita sopa, muita água, muita fruta! Porque ainda estou a 6 quilos da elegância.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Último dia.

Hoje é o meu último dia de dieta. :) Era suposto serem 8 dias a seiva, mas a minha seiva acabou na garrafa para beber hoje, por isso, por um dia apenas, não vou pagar 25 euros por uma lata de seiva!
Ontem já tinha perdido, após 5 dias de dieta, 3.5 quilos. Nada mau, hein? Mas hoje engordei meio quilo, não sei bem como mas pronto... Quero ver se amanhã de manhã peso menos 4 quilos do que quando comecei! Já ficava contente.
Vou ser sincera: só noto um bocado de diferença na barriga, mas certamente os 3.5 quilos foram para algum lado...

domingo, 15 de agosto de 2010

A elegância.


Há pessoas que são naturalmente elegantes. E são estas as que me interessam - as que o são naturalmente, porque se há coisa pior que a deselegância, é a elegância forçada! Denuncia-se logo, coitada.
Não falo daquelas pessoas que se vestem sempre bem (com muito ou pouco dinheiro, mas é claro que com muito é mais fácil!) e comummente dizemos que são elegantes, mas sim daquelas pessoas que têm uma elegância no toque, na fala, no gesto, no cuidado com os outros. Aquelas pessoas que têm sensibilidade na palavra, que comem de boca fechada, que se sentam de maneira adequada, que se abaixam de modo a enrolar o corpo (e não de perna aberta), que pegam na chávena de café em condições. Aquelas pessoas que se preocupam em ter os dentes limpinhos depois de comer, em vestir de forma adequada nas diferentes ocasiões (não se trabalha e se vai para a praia com a mesma roupa, a menos que trabalhes na praia! E mesmo assim...), aquelas pessoas que nunca se esquecem do bom dia e do obrigado/a ao empregado que lhes serve um café, nem à menina que lhe vai buscar a peça de roupa do número que pediram.

Essas pessoas fascinam-me sempre pelo facto de serem tão raras nos dias que correm.

E nisto toda a gente está em pé de igualdade: a elêgância de que falo não vem com o dinheiro nem com a formação académica. Vem com a educação que nos é dada desde muito pequeninos. E essa, meus amigos, não tem preço.

PS: para verem do que falo, hoje a primeira coisa que uma senhora da aldeia da minha tia lhe disse quando a viu (há anos que não a via) foi: Oh X, estás gorda como uma burra! E eu fiquei de queixo caído...