
Faz-me confusão o pessoal que vive à custa dos pais eternamente. Aquele pessoal que decide ir para a faculdade (um encargo brutal, sobretudo quando se muda de cidade!) tirar uma licenciatura, a seguir a isso resolve-se pelo mestrado, quiçá um doutoramento posterior e nunca lhe passa pela cabeça em começar, efectivamente, a dar ao sorelo e a trabalhar. Trabalhar cansa, né?
Conheço uns bons exemplares destas figuras, que não querem saber que os pais estejam a fazer sacrifícios imensos para lhes pagar a licenciatura, a seguir ainda vão para o mestrado (onde geralmente têm 2 a 3 horas de aulas em dois ou três dias da semana) e continuam sem trabalhar, a estudar à custa dos pais. Concluído o mestrado, porque trabalhar e fazer um doutoramento (e, sobretudo, pagá-lo) custa ainda mais, continuam a dedicar-se exclusivamente aos estudos e sem mexer uma palha, porque os pais ainda devem ter essa obrigação...
Finalmente, lá para os 30, 31 ou 32 começam a ponderar a hipótese de irem trabalhar e de desafogarem um pouco os pais. Se isto me irrita? Irrita, porque é egoísmo puro e duro. E não é isso que se deve aprender a ser na faculdade.
Conheço uns bons exemplares destas figuras, que não querem saber que os pais estejam a fazer sacrifícios imensos para lhes pagar a licenciatura, a seguir ainda vão para o mestrado (onde geralmente têm 2 a 3 horas de aulas em dois ou três dias da semana) e continuam sem trabalhar, a estudar à custa dos pais. Concluído o mestrado, porque trabalhar e fazer um doutoramento (e, sobretudo, pagá-lo) custa ainda mais, continuam a dedicar-se exclusivamente aos estudos e sem mexer uma palha, porque os pais ainda devem ter essa obrigação...
Finalmente, lá para os 30, 31 ou 32 começam a ponderar a hipótese de irem trabalhar e de desafogarem um pouco os pais. Se isto me irrita? Irrita, porque é egoísmo puro e duro. E não é isso que se deve aprender a ser na faculdade.





