sexta-feira, 2 de julho de 2010

A nossa casa.


Há uns dias estava a conversar com uma amiga e calhei de comentar que tinha ido para a minha casa na aldeia, onde ainda vivem os meus tios e a minha avó materna - e onde vivi até aos meus 11 anos, bem como os meus pais e os meus dois irmãos -, tinha lanchado umas torradas e um café, e que aquilo me tinha sabido mesmo bem. E ela respondeu-me "Pois é, parece que sabe a casa, não é?", ao que eu respondi "Parece que sabe é a infância! As torradas e o café naquela casa, feitos da mesma forma que em qualquer outro lado, sabem sempre melhor!".

É incrível como adoro voltar àquela casa, onde nos últimos dias tenho estado todas as tardes. Deitar-me lá numa espreguiçadeira, rodeada de cães, de gatos, da voz da tia a ralhar com eles, para depois me sentar à mesa a comer aquelas torradas. Não há nada que pague estar numa casa cheia de amor. E não há nada como ter a melhor mãe, irmãos, tios e avó do mundo: o meu núcleo duro, como costumo dizer.

2 comentários:

JS disse...

Como sabe... Por isso todos os meus fins de semana são passados com os meus pais no campo. Sitio onde eu (quase) nasci, cresci, brinquei, conheci as pessoas mais importantes da minha vida e vivi integralmente até ao 14 anos.

Ana disse...

:) Não dá para cortar certos laços. Nem quero.