terça-feira, 9 de Fevereiro de 2010

Já te viste ao espelho?


Não sei como me lembrei disto mas desatei-me a rir quando no fiz. Há uns anos atrás, quando eu era mais pita, perdia muito tempo no chat do AEIOU. Adorava aquilo e, como era mesmo muito envergonhada na "vida real", aproveitava o chat para falar tudo aquilo que não falava ao vivo.
Um dia estava no chat a falar com um rapaz. Depois de longas horas na conversa (o gajo parecia porreiro!), ele pede-me o meu endereço de MSN e eu - coisa que era rara - até acedi.
Falamos mais um bocadinho no MSN e ele pediu-me para colocar a foto no canto. Não vi qualquer problema e coloquei. E eu não sou uma top model, mas também não sou nada feia:

- Ele: Ah.
- Eu: Ah o quê?
- Ele: Não és nada de especial...
- Eu: Pois, fixe. Então e tu? (Ele põe a foto... Era anão, e com uma cara acabada de sair do filme Gremlins, mas na fase em que os gremlins deixam de ser peludos e giros para passarem a feios e verdes.)
- Ele: Xau.
- Eu: Que lata!

Desligou. Deixa estar que tu és um princípe!!!

sábado, 6 de Fevereiro de 2010

A Princesa e o Sapo


Ontem à noite fui ao cinema ver uma das estreias desta semana - A princesa e o Sapo, da Disney. Inteiramente desenhado à mão, o filme é bonito e mal começou lembrei-me logo dos antigos filmes de desenhos animados da Disney, do género da Pequena Sereia. Continuo a gostar muito mais dos desenhos à mão!
O filme é leve, divertido, bonito, tem uma história engraçada, personagens muito giras, sotaques muito diferentes. Deu para rir e, sobretudo, passar praticamente todo o filme a sorrir.
O pior mesmo foi ouvir a Nayma a cantar, mas isso também se remedeia!
Vale a pena ir ao cinema assim. Aconselho.

Ah! E na segunda fui ver o "Nas Nuvens". Não achei nada de especial, sorry!

sábado, 30 de Janeiro de 2010

Somos muita gente.


Eu sou quem está a meu lado. Sou a minha mãe, que se passa de vez em quando, que ataca com um humor de cão e vai tudo na frente. Sou o meu irmão, que é boa pessoa, muito positivo em relação à vida, muito no seu mundo, muito sonhador. Sou a minha tia, que sempre foi como mãe para mim, sempre feliz e faladora. Sou o meu tio, muito racional, muito ponderado, muito protector em relação aos seus (o patriarca sem filhos - e pai, por amor, de nós os três). Sou a minha avó, que diz uns disparates, que é teimosa, que quando mete algo na cabeça não vale a pena dizer mais nada, e é nervosa e atrapalhada com tudo. Do meu pai não sou muito, acho que sou os dentes tortos que muitas consultas me custaram e doeram. Foi só mais uma das dores que sou dele. Sou sobretudo da minha irmã, porque essa é parte de mim, em mim, e era impossível não ser. Sou sobretudo ela, e não saberia não o ser. Sou o meu namorado, sou feliz por sê-lo, família sem sangue. Sou os meus, um pouco de todos eles.

Merecido descanso

Este fim-de-semana vou dedicar-me ao descanso. Passear, ver lojas, ficar no sofá a ver tv, dormitar com os gatos... Para a semana já há que estudar novamente!
O curioso é que parece que já sei relaxar. Faz falta o Tobias cá em casa.
(Hoje mudei o template do blog. Está todo fofinho! Deve ser porque hoje estou bem-disposta. Coisa rara pá.)

sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010

Ui.

Se vocês imaginassem como me está a correr esta época de exames...
Não falho uma...
Negativa.

quinta-feira, 14 de Janeiro de 2010

Casamento homossexual

Hoje de tarde estive mais de uma hora a ver o debate acerca do casamento homossexual que deu na RTP2, no Programa Sociedade Civil. É incrível mas, expliquem-me como se eu fosse muito burra, o que é que há para discutir?
São duas pessoas. Duas pessoas que se amam e querem casar. Querem formalizar um compromisso e daí derivarão direitos e deveres inerentes ao casamento. Duas pessoas. Não interessa se é um homem e uma mulher, um homem e outro homem, ou uma mulher e outra mulher. São pessoas, antes de mais e acima de tudo.
Não me afecta em rigorosamente NADA o facto de casarem. Mas afecta-me o facto de não poderem casar e, por esse motivo, estarem a ser discriminadas.
É o chamado direito a constituir família. É o direito à igualdade. É o direito à não discriminação. Tudo isto está aqui a ser posto em causa porque meia dúzia de pessoas embirraram que lhes faz comichão os homossexuais poderem casar.
A questão é que não são "os homossexuais que querem casar". São sim "duas pessoas que querem casar". Pessoas, antes de mais e acima de tudo.
Por isso, deixem-se lá de merdices e parem de embirrar. Costumo dizer sempre que não façam aos outros o que não querem que vos façam. E eu nunca faria isso a um filho meu, nunca o quereria ver com os seus direitos restringidos por ser homossexual; nunca o quereria ver a ter de lutar tanto para ter os mesmos direitos que os heterossexuais. Queriam que fizessem aos vossos?
São tudo pessoas. E não estamos a falar de sexo. Estamos a falar de amor. Homossexualidade não é levar no rabo (senão haveria por aí muito boa gente assim). É amar outra pessoa do mesmo sexo. Parece que há quem não entenda isso.
Casem para aí. Sejam felizes.

Nova hibernação.

Pois é, parece que estou novamente em época de exames. E desta vez isto parece não estar lá muito famoso... Quando chegar ao fim logo vos digo!

sexta-feira, 8 de Janeiro de 2010

Remake.

Há já quase um mês que não punha cá os pés. Acabaram as aulas, começaram as férias, meteu-se o Natal, meteu-se o ano novo, meteram-se (à força) os exames.
Entretanto concluí que, mesmo com toda a gente a dormitar ainda antes da meia-noite, continuo a viver o Natal como se tivesse 6 anos (porque aos 7 descobri que o Pai Natal era o tio, quando cheirava igual a ele; ou a tia, quando usava por debaixo do fato uma camisola igual à dela; ou o pai, que ia sempre cagar quando o Pai Natal estava a chegar).
Além disso, o primeiro exame foi feito esta semana. Correu mal. Correu mesmo mal. Fica para exame final, claro está!
Ontem fiz um ano e meio de namoro. Com o melhor namorado deste mundo e do outro. Do mundo ET também.
A mãe já não coxeia, já está aí para as curvas.
O Tobias anda com o cio e não se cala de noite. O Fred ondem levou uma coça. E o Figo continua mijão.
O meu irmão tem carro novo. É um carro de rico. Ele é pobre. Who cares?
De resto, está tudo na mesma... como a lesma...

quarta-feira, 16 de Dezembro de 2009

Pedido.

Querido Pai Natal,
Procura uma bolsa cinzenta escura, ou castanha ou bege de preferência, para mim. Estou farta de procurar e nada.
PS: A última que eu vi e gostei, tu vê lá, a minha irmã e a minha mãe ficaram com duas iguais...

Poucochinho não chega...

Há características nas pessoas que me irritam, chateiam ou enervam por um ou outro motivo. Não gosto de prepotência, de mal-agradecimento, de burrice, de antipatia, de estupidez ao quadrado (às vezes ao cubo). Mas se há pessoas com as quais não consigo conviver sem dizer nada são as pessoas-poucochinho. E passo a explicar em que consiste esta espécie, cada vez mais corrente, de homo sapiens.
As pessoas poucochinho são, tal como o nome indica, aquelas que se contentam com pouco. Preenchem vários tipos.
Algumas são pouco ambiciosas. Vivem mal, são infelizes, mas não fazem nada para mudar. Não se esforçam, não estudam mais, não trabalham mais, não se dão mais valor e acham que como estão, estão bem. Deixam-se estar.
Outras resmungam, resmungam, resmungam, e trabalham, trabalham, trabalham como mulas, e não são devidamente recompensadas. Não se importam, não procuram melhor. Ficam como estão. Deixam-se estar.
Outras ainda queixam-se do/a companheiro/a, que lhes bate até ficarem negras como tissões. Mas também não o deixam, não procuram ajuda, não o denunciam. Quando ele chega a casa, levam novamente na tromba. Deixam-se estar.
Outras não estudam, chumbam de ano repetidamente, e só pensam em ter o nono ano para ir trabalhar. Não pensam que hoje já ninguém arranja emprego sem menos do que o 12º ano. Acham que com elas vai ser diferente, vão fazer rios de dinheiro sem esforço. Deixam-se estar.
Outras não têm companheiro/a e andam à procura de alguém que as faça felizes. Não encontram ninguém que valha a pena, e então andam com este/a ou com aquele/a, só porque sim. E acham que estão bem assim, ou que isso é suficiente. Deixam-se estar.
Eu nunca fui assim. Sempre exigi tudo aquilo a que tenho direito. Posso até nem ser rica, não ter notas brilhantes, não namorar com o Gianecchinni.
Mas trabalho para suportar os mimos e luxos que quero (apesar de não ter necessidade), estudo muito para passar às cadeiras todas na faculdade, e tenho um namorado lindo que me trata bem.
Nunca nos devemos contentar com menos do que aquilo que merecemos. Nem que tenhamos de estar meses ou anos à procura, nem que isso implique esforço. Todo o esforço é recompensado, desde que nós próprios saibamos exigir a recompensa.

terça-feira, 8 de Dezembro de 2009

Nada de novo...

As aulas terminam daqui a duas semanas, e com isso voltamos à lenga-lenga dos exames. Isto de fazer apontamentos de jeito dá cabo da cabeça a uma pessoa... é tanto livro, tanto Código, tanto lei que eu sei lá...
Ainda tenho de fazer um trabalho para o belo do curso de Registos e Notariado que, leccionado do alto dos 80 anos do Professor Doutor Seabra Lopes, se revela uma grande seca. O senhor é uma simpatia, mas convenhamos que aquilo não se mostra lá muito animado!
Ah, hoje é dia da Mãe! Pelo menos é hoje que a minha família celebra este dia. Um beijinho especial à minha, que teve direito a pequeno-almoço na cama em bandeja com um raminho de girassóis, e duas predinhas. Aliás, tem direito a tudo. :-)

sexta-feira, 4 de Dezembro de 2009

Lista quase completa.

Ontem fomos as três - mãe e filhas - fazer as compras de Natal ao Porto. :) Já comprei as coisas da minha lista quase todas. Para o dia correr melhor, só se a mãe não estivesse coxa e tivéssemos mais dinheiro para gastar!
Já só falta comprar a prenda da própria mãe e a do tio, que é sempre uma complicação...
Daqui a nada lá vou eu voltar para o trabalho. Ando com muita falta de tempo para vir aqui, mas arranja-se sempre uma vaga para vos vir dar um Hello!

sábado, 21 de Novembro de 2009

Ajudar? Eh pá... Não vai dar... Tenho de ir ali...

Às vezes tenho pena de ser tão stressada contudo. Preocupo-me demasiado, quero saber demasiado, as pequenas atitudes e palavras magoam-me demasiado.
Gostava de ser mais desligada de algumas coisas, preocupar-me menos com os outros e os problemas, tentar ajudar menos, ser menos útil. A vida tem-me ensinado que os que mais ajudam e se importam, grande parte das vezes são os que levam mais patadas. E, no fim de contas, as pessoas nem querem realmente saber do que fazem por elas... a partir do momento em que já está feito.
Vou começar a abrir os olhos. Hoje estou num dia não!

quarta-feira, 18 de Novembro de 2009

Prendas de Natal


Sabem do que é que eu mais gosto no Natal? De comprar prendas! Adoro andar pela rua a fora, seja no Porto seja em Viana (no Porto há mais por onde andar!) a ver lojas, a cheirar tudo, aproveitar para comprar umas castanhas assadas num cartucho de jornal e devorá-las em três tempos, ver as pessoas, resmungar porque está muita gente e olhar com um brilhozinho nos olhos para as montras que, de forma bem portuguesa e bem pirosa, nos brindam com um Merry Christmas & happy new year. Gosto de o fazer acompanhada daquelas músicas um bocado irritantes de Natal que tocam a todo o momento.
Gosto de fazer uma lista de prendas com antecedência e comprar tudo bastante antes. Tenho o cuidado de escolher coisas que as pessoas vão gostar e gosto de escrever o nome do presenteado do embrulho, que faço sempre em casa com o maior gosto. Gosto de dar presentes embrulhados, com um laçarote farfalhudo. E gosto muito pouco de presentes em sacas com dois agrafes em cima e "pronto menina, já está embrulhado!"
Por isso é que quero ver se esta semana já vou espreitar umas montras e começar a comprar coisas. Porque gosto da confusão mas não tanta quanto a que há nos dois ou três dias antes do Natal e, sobretudo, gosto de escolher quando ainda há muito para escolher!
É uma altura do ano mesmo bonita, em que toda a gente é simpática e parece que os corações andam mais quentinhos: toda a gente dá o "bom natal" ou "boas festas" quando sai das lojas, toda a gente ajuda nos peditórios, toda a gente anda bem disposta. É pena que só dure este tempo, mas isso são outros quinhentos!

terça-feira, 17 de Novembro de 2009

Bruxarias e coisas tais...

É tão mais fácil dizer que alguém de quem gostávamos traiu e magoou alguém que amamos (um filho, por exemplo) porque lhe fizeram bruxedo, ou porque bebeu chá de pintelho, ou porque bebeu chá da meia-noite, ou porque lhe fizeram uma amarração...
E que tal reconhecer que as pessoas nos desiludem e são mesmo más e baixas quando querem?
Não tolero traições... Não falo a namorados, porque isso cada um sabe de si e deus sabe de todos (e I don't give a shit about that...). Falo de gente casada, com filhos, com casa, com vida em comum.
E tolero ainda menos desculpas para elas, vindas do próprio corneador ou dos seus defensores.